Ontem foi um dia dedicado a manifestações públicas em Cancun. Os movimentos sociais realizaram duas passeatas, uma mais no centro da cidade e outra tentando chegar ao local da Conferência oficial da ONU. A do centro contou com uma diversidade de movimentos e entidades, sendo que a maioria dos participantes eram mexicanos/as. A outra foi liderada pela Via Campesina.
Um dos gritos mais fortes teve esse conteúdo: A terra não se vende, se ama e se defende. Está aí, na visão popular, o motivo que deve levar a humanidade a rever sua relação com a Terra: ela é mãe da vida e deve ser amada e defendida, e não esquartejada em propriedades para ser explorada.
Os povos ainda não têm lugar nos espaços das reuniões oficiais; a democracia continua uma palavra vazia na boca dos políticos, pois, ao mesmo tempo que se afirmam representantes da cidadania, evitam a presença ativa e direta dela. O resultado disso é um fosso entre o que é proposto, sugerido, exigido nas ruas, e o que está sendo feito e elaborado na COP 16. Se ouvissem o grito que vem das ruas e, mais ainda, se ouvissem o grito da Terra e de todos os seres vivos, deveriam envergonhar-se de continuar protelando indefinidamente decisões que todos sabemos ser necessárias e urgentes.
Como não temos outro planeta para viver, só nos resta continuar teimando na busca de saídas dos impasses e desastres provocados pela ação de uma pequena parte da humanidade que, para enriquecer e dominar sobre os demais, organizaou-se para explorar a Terra, levando-a ao desequilíbrio em que se encontra. Precisamos encontrar maneiras de superar o que ainda divide os movimentos e organizações sociais para que possamos ser um eco estridente dos gritos da mãe terra, capaz de forçar o avanço nos acordos e medidas necessárias para que a Terra não despense a humanidade de seu ambiente vital.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
MUDANÇAS PROFUNDAS OU NOVOS NEGÓCIOS?
O grupo em que estou participando, reunido por Misereor, esteve, ontem, em dois tipos de atividade: no de formação, com exposições e exercícios sobre as dificuldades dessas negociações internacionais sobre as mudanças do clima e, depois, fazendo inscrição para entrar nos espaçõs oficiais da COP e visitar o espaço das inscições, separado do espaço das atividades oficiais da COP 16.
Não é difícil compreender as dificuldades: basta ter presentes as diferentes situações em que vivem os países, bem como os interesses a defender, especilamente das grandes corporações e dos países que enriqueceram com um tipo de economia que tem tudo a ver com o aquecimento do planeta. As posições dos países que vivem em ilhas, ameaçadas pela elevação do nível das águas dos mares, vão na linha de mudanças profundas, que impeçam que a temperatura ultrapasse 1,5 C, enquanto regiões mais ricas preferem buscar alternativas superficiais, que não mexam com as fontes de bem-estar de sua população e com o crescimento econômico que favorece poucos e poderosos grupos.
No espaço das inscrições encontra-se de tudo: propagandas de empresas, interessadas em vender novas tecnologias "limpas" e uma boa imagem de seus negócios; anúncios de ONGs, dando conta de sua iniciativas recuperadoras do ambiente e de sua imagem ecologista; anúncios de países, basolutamente diferenciados, a depender das condições econômcas de cada um, dando conta de como avançam em suas práticas em favor do que deve ser mudado em seu país. Em fim, como expressou um colega, um circo, em que é difícil separar o que é sério e o que não passa de representação.
Os movimentos sociais e entidades que atuam com seus povos continuarão a refletir sobre o que pode ser feito de baixo para cima e a pressionar sobre seus governos e sobre a ONU para que avancem nos acordos destinados a salvar a vida, e especialmente a humana, na Terra. Mesmo sendo muito difícil, a cada dia se torna absolutamente necessário e urgente que se faça a opção por mudançcas profundas, que mexam com os pilares em se assenta a economia dominante, que agride a Terra e leva as pessoas a um consumismo impossível de ser mantido ou, pior ainda, de ser ampliado. Para isso, não serão suficientes debates técnicos, economicistas; só um debate sobre os valores que orientarão as opções será capaz de gerar bom senso e vontade positiva de mudar na medida do necessário. E isso só acontecerá quando os povos e a cidadania forem considerados efetivamente fonte de inspiração, parceiros de caminhada e expressão de soberania planetária.
Não é difícil compreender as dificuldades: basta ter presentes as diferentes situações em que vivem os países, bem como os interesses a defender, especilamente das grandes corporações e dos países que enriqueceram com um tipo de economia que tem tudo a ver com o aquecimento do planeta. As posições dos países que vivem em ilhas, ameaçadas pela elevação do nível das águas dos mares, vão na linha de mudanças profundas, que impeçam que a temperatura ultrapasse 1,5 C, enquanto regiões mais ricas preferem buscar alternativas superficiais, que não mexam com as fontes de bem-estar de sua população e com o crescimento econômico que favorece poucos e poderosos grupos.
No espaço das inscrições encontra-se de tudo: propagandas de empresas, interessadas em vender novas tecnologias "limpas" e uma boa imagem de seus negócios; anúncios de ONGs, dando conta de sua iniciativas recuperadoras do ambiente e de sua imagem ecologista; anúncios de países, basolutamente diferenciados, a depender das condições econômcas de cada um, dando conta de como avançam em suas práticas em favor do que deve ser mudado em seu país. Em fim, como expressou um colega, um circo, em que é difícil separar o que é sério e o que não passa de representação.
Os movimentos sociais e entidades que atuam com seus povos continuarão a refletir sobre o que pode ser feito de baixo para cima e a pressionar sobre seus governos e sobre a ONU para que avancem nos acordos destinados a salvar a vida, e especialmente a humana, na Terra. Mesmo sendo muito difícil, a cada dia se torna absolutamente necessário e urgente que se faça a opção por mudançcas profundas, que mexam com os pilares em se assenta a economia dominante, que agride a Terra e leva as pessoas a um consumismo impossível de ser mantido ou, pior ainda, de ser ampliado. Para isso, não serão suficientes debates técnicos, economicistas; só um debate sobre os valores que orientarão as opções será capaz de gerar bom senso e vontade positiva de mudar na medida do necessário. E isso só acontecerá quando os povos e a cidadania forem considerados efetivamente fonte de inspiração, parceiros de caminhada e expressão de soberania planetária.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
A VISÃO DOS CAMPONESES E INDÍGENAS
"Os povos indígenas exigimos respeito à mãe terra",
"Aqui já decidimos: queremos bem-estar. Por isso decidimos: não à mineração e às hidrelétricas!"
"Dívida histórica, social e ecológica: Reparações já!"
"Auditoria da dívida já! Nós somos os credores."
"Não ao Banco Mundial no Clima!"
"Justiça já para as vítimas das mudanças climáticas"
Estas são algums das frases das faixas que acolhiam os participantes de uma das atividades da COP 16 paralela, organizada por movimentos e entidades com trabalho social. Quer as articula é o "Fórum Internacional Justiça Climática - Diálogo dos Povos", que iniciou ontem, dia 5.
Impressiona a consciência e a firmeza de propostas dos camponeses e indígenas presentes; foi muito bom escutálos. Não se sabe se os governantes decidirão ouvi-los e tomar juizo em suas decisões, mas a mobilização social internacional está decidida a continuar com seu esforço para que sejam assumidos acordos e compromissos políticos que evitem o pior, como mínimo; como meta necessária, porém, a luta seguirá até que se chegue a mudanças profundas, que atinjam as estruturas e bases sobre as quais funciona o sistema capitalista mundializado; mais ainda, até que se tranforme a civilização em que fomos criados, abrindo-se para outra formas de vida que incluam a relação respeitosa com a terra como um dos valores essenciais.
Continuem acompanhando o que por aqui estão fazendo os representantes dos Povos. Se puderem, façam algo por aí, em suas comunidades, como gesto participativo igualmente mundializado.
"Aqui já decidimos: queremos bem-estar. Por isso decidimos: não à mineração e às hidrelétricas!"
"Dívida histórica, social e ecológica: Reparações já!"
"Auditoria da dívida já! Nós somos os credores."
"Não ao Banco Mundial no Clima!"
"Justiça já para as vítimas das mudanças climáticas"
Estas são algums das frases das faixas que acolhiam os participantes de uma das atividades da COP 16 paralela, organizada por movimentos e entidades com trabalho social. Quer as articula é o "Fórum Internacional Justiça Climática - Diálogo dos Povos", que iniciou ontem, dia 5.
Impressiona a consciência e a firmeza de propostas dos camponeses e indígenas presentes; foi muito bom escutálos. Não se sabe se os governantes decidirão ouvi-los e tomar juizo em suas decisões, mas a mobilização social internacional está decidida a continuar com seu esforço para que sejam assumidos acordos e compromissos políticos que evitem o pior, como mínimo; como meta necessária, porém, a luta seguirá até que se chegue a mudanças profundas, que atinjam as estruturas e bases sobre as quais funciona o sistema capitalista mundializado; mais ainda, até que se tranforme a civilização em que fomos criados, abrindo-se para outra formas de vida que incluam a relação respeitosa com a terra como um dos valores essenciais.
Continuem acompanhando o que por aqui estão fazendo os representantes dos Povos. Se puderem, façam algo por aí, em suas comunidades, como gesto participativo igualmente mundializado.
domingo, 5 de dezembro de 2010
CONFIRMANDO O GRITO DA TERRA
Na atividade em que participei ontem pude sentir a confirmação de que a Terra está gritando em toda sua extensão. Os amigos e amigas que falaram da realidade da Bolívia, México e El Salvador apresentaram os efeitos de eventos extremos de fenômenos antes naturais: furacões mais intensos e prolongados, enchentes, secas, degelo dos Andes, problemas para a agricultura, falta de água doce. E todos confirmando que se percebe que são frutos do aquecimento do planeta, que avança, e que, infelizmente, atingem mais severamente e provocam sofrimento aos mais empobrecidos.
No debate, mais uma vez foram retomados os argumentos dos poucos que insistem de que tudo isso faria parte de um período geológico; seriam, portanto, eventos naturais, em relação aos quais só nos cabe adaptar-nos, se formos capazes. Sua tese principal é a de que as ações humanas não estariam entre as causas das mudanças climáticas percebidas.
O diálogo serviu para ter segurança de que os dados mais seguros, confirmados pelo que todos percebem e sentem, e especialmente por dados científicos cada dia mais incontestáveis, pois novos estudos e pesquisas indicam claramente que a situação está se agravando, são os que o IPCC - Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU - sistematizou em seus quatro Relatórios, e de modos especial no último, publicado em 2007. São atividades humanas as causas principais constatadas para o aquecimento, que continua crescendo cada dia mais perigosamente. De fato, é preciso ter presente que estamos perto de um primeiro ponto sem volta e a partir do qual o desequilíbrio pode tomar direções incontroláveis.
Lembrar disso não é nada agradável. Mas é fundamental para que, com responsabilidade, cada pessoa faça o que pode e para que todas participem das pressões mundiais em favor de acordos que comprometam efetivamente todos os povos a fazer o que for necessário para modificar nossa relação com a atomosfera e com toda a Terra, abrindo caminho para que ela possa, ainda que num processo lento, retornar ao seu equilíbrio. De toda maneira, haverá mais aquecimento, mas poderemos parar num patamar em ainda será possível adaptar-nos para viver.
É fundamental ter clareza de que as mudanças implicam diminuir ou deixar de usar fontes fósseis de energia, de derrubar e queimar florestas, de criar tantos animais de grande porte, de usar o sistema atual de transporte, assentado no automóvel, de retirar da Terra mais bens do que ela é capaz de repor...
Em resumo, deveremos ter coragem de mudar o modo de viver que o processo de industrialização capitalista introduziu, assentado no produtivismo e no consumismo que mantém em crescimento constante uma economia que privatiza e concentra riqueza, renda e poder. As tentações em favor da continuidade são grandes, mas é preciso que a consciência das consequências ajude as pessoas a firmar suas motivações para ter coragem de mudar, e o mais rapidamente possível.
No debate, mais uma vez foram retomados os argumentos dos poucos que insistem de que tudo isso faria parte de um período geológico; seriam, portanto, eventos naturais, em relação aos quais só nos cabe adaptar-nos, se formos capazes. Sua tese principal é a de que as ações humanas não estariam entre as causas das mudanças climáticas percebidas.
O diálogo serviu para ter segurança de que os dados mais seguros, confirmados pelo que todos percebem e sentem, e especialmente por dados científicos cada dia mais incontestáveis, pois novos estudos e pesquisas indicam claramente que a situação está se agravando, são os que o IPCC - Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU - sistematizou em seus quatro Relatórios, e de modos especial no último, publicado em 2007. São atividades humanas as causas principais constatadas para o aquecimento, que continua crescendo cada dia mais perigosamente. De fato, é preciso ter presente que estamos perto de um primeiro ponto sem volta e a partir do qual o desequilíbrio pode tomar direções incontroláveis.
Lembrar disso não é nada agradável. Mas é fundamental para que, com responsabilidade, cada pessoa faça o que pode e para que todas participem das pressões mundiais em favor de acordos que comprometam efetivamente todos os povos a fazer o que for necessário para modificar nossa relação com a atomosfera e com toda a Terra, abrindo caminho para que ela possa, ainda que num processo lento, retornar ao seu equilíbrio. De toda maneira, haverá mais aquecimento, mas poderemos parar num patamar em ainda será possível adaptar-nos para viver.
É fundamental ter clareza de que as mudanças implicam diminuir ou deixar de usar fontes fósseis de energia, de derrubar e queimar florestas, de criar tantos animais de grande porte, de usar o sistema atual de transporte, assentado no automóvel, de retirar da Terra mais bens do que ela é capaz de repor...
Em resumo, deveremos ter coragem de mudar o modo de viver que o processo de industrialização capitalista introduziu, assentado no produtivismo e no consumismo que mantém em crescimento constante uma economia que privatiza e concentra riqueza, renda e poder. As tentações em favor da continuidade são grandes, mas é preciso que a consciência das consequências ajude as pessoas a firmar suas motivações para ter coragem de mudar, e o mais rapidamente possível.
ENCONTRO COM O FUTURO OU COM O DESASTRE?
Apresento hoje uma reflexão feita durante a viagem a Cancun. O próximo artigo já dará conta dos desafios percebidos nas atividades em que estou podendo participar.
Estou a caminho de Cancun, México. Não para as praias, mas para a Conferência do Clima, da ONU. Já é a 16ª, e ainda com dificuldades imensas de se chegar a algum acordo internacional sério. Se a pressão das grandes corporações, especialmente as mais envolvidas com as emissões de gases de efeito estufa, e os governos dos países ricos continuarem vencendo, o máximo não se passará de sugestões de mudança, algo a ser colocado em prática voluntariamente. Em outras palavras, mudanças que não acontecerão, pelo menos na medida da necessidade.
O que cabe aos povos que sofrem consequências das mudanças climáticas tendo participado quase nada das suas causas? No espaço da precária e controlada democracia reinante, cabe-lhe agir como estão fazendo os camponeses e entidades que os apóiam: defender suas propostas por meio de manifestações públicas. No México, estão em andamento diversas marchas, percorrendo estradas, criando oportunidades de debates, gerando consciência crítica, convocando a cidadania a aumentar a potência do grito popular. Ou melhor, ressoando o grito da própria Terra.
Se cresce a consciência de que a humanidade não tem outra alternativa do que mudar profundamente seu modo de ser, de produzir e consumir, evitando que os desequilíbrios causados levem a Terra a tornar impossível a vida humana, o que será necessário fazer para que o direito à vida da maioria se sobreponha aos interesses egoístas de uma minoria?
Creio que existem caminhos diferentes, construídos por quem vive nos campos ou nas cidades, por quem segue uma ou outra mensagem religiosa, por quem age por amor à vida, a da própria Terra e a de todos os seres que nela vivem. Existem iniciativas que podem ser implementadas por pessoas, por famílias, por comunidades, alterando sua relação com a água, com a energia elétrica, com o uso de transportes. Existem outras que só podem ser tomadas pelos governantes, seja em âmbito local, regional, nacional e internacional, e sem essas, as demais serão insuficientes. Por isso, o grande desafio para todas as pessoas e iniciativas organizadas é a construção da capacidade de atuar em redes, apostando na força do grito coletivo mundial, tão forte que provocará a queda das resistências, por maiores que sejam.
Uma das formas desse grito é o uso do poder dos consumidores. Numa sociedade de mercado capitalista, este é um poder decisório por que pode determinar o que se aceita que seja produzido e o que deve ser deixado de lado. Mas é um poder difuso e dificilmente organizável, porque tem a ver com o exercício de uma liberdade já educada para o consumo de bens que tem a ver com a forma dominante de bem estar. Em outras palavras, só exerce este poder quem tiver uma consciência crítica que lhe permita reapropriar-se da liberdade, definindo o que fazer sem deixar-se dominar pelo marketing.
A Via Campesina está convidando a todos e todas que podem e desejam a organizarem milhares de Canuns em todo mundo, através de manifestações no dia 7 de dezembro, reforçando a que acontecerá no local da COP 16. Quantas acontecerão no Brasil? A resposta depende também de cada um que lê esta reflexão.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Acompanhando as marchas dos atingidos pelas mudanças climáticas
Assista aqui um vídeo que mostra participantes das marchas que estão sendo feitas no México para exigir que seja mudado o sistema e não o clima. São contra o mercado de carbono, que não passa de outra forma de transformar o desastre em mais um negócio em favor dos que causaram o aquecimento.
As falas estão em espanhol, traduzidas para o francês, mas isso pode ajudar a entrar no ambiente internacional dos que lutam por justiça climática e em favor de mudanças estruturais, que ajudem a terra retomar seu equilíbrio favorável a todas as formas de vida.
As falas estão em espanhol, traduzidas para o francês, mas isso pode ajudar a entrar no ambiente internacional dos que lutam por justiça climática e em favor de mudanças estruturais, que ajudem a terra retomar seu equilíbrio favorável a todas as formas de vida.
Acompanhem comigo a COP 16
Amigas e amigos,
a convite da Misereor, que reunirá para atuar em conjunto algumas pessoas das entidades parceiras da América Latina, parto amanhã para Cancum, México, e lá permanecerei até o dia 12 de dezembro. Temos uma programação de trabalho do grupo, mas participaremos do que for possível tanto das atividades oficiais da Conferência do Clima como dos eventos paralelos, sendo que estes serão, com certeza, mais importantes como pressão em favor dos acordos que a Terra e todos os seres vivos necessitamos urgentemente.
Pretendo ir comunicando o que acontecerá por lá, bem como as reflexões, pessoais e grupais, originadas por este acontecimento mundial. Os que desejarem acompanhar-me neste blog e/ou seguir-me no twitter, em que atualizarei o blog.
Se acharem interessante indicar estes acessos a outras redes e pessoas, sintam-se livres para fazê-lo.
Conto também com a torcida positiva de vocês para que a COP 16 seja evento frutífero e para que nosso tempo e atuação contribuam para isso. Além disso, conto com seus comentários, perguntas...
a convite da Misereor, que reunirá para atuar em conjunto algumas pessoas das entidades parceiras da América Latina, parto amanhã para Cancum, México, e lá permanecerei até o dia 12 de dezembro. Temos uma programação de trabalho do grupo, mas participaremos do que for possível tanto das atividades oficiais da Conferência do Clima como dos eventos paralelos, sendo que estes serão, com certeza, mais importantes como pressão em favor dos acordos que a Terra e todos os seres vivos necessitamos urgentemente.
Pretendo ir comunicando o que acontecerá por lá, bem como as reflexões, pessoais e grupais, originadas por este acontecimento mundial. Os que desejarem acompanhar-me neste blog e/ou seguir-me no twitter, em que atualizarei o blog.
Se acharem interessante indicar estes acessos a outras redes e pessoas, sintam-se livres para fazê-lo.
Conto também com a torcida positiva de vocês para que a COP 16 seja evento frutífero e para que nosso tempo e atuação contribuam para isso. Além disso, conto com seus comentários, perguntas...
Assinar:
Postagens (Atom)