sexta-feira, 19 de outubro de 2012

CELEBRAÇÃO DOS 90 ANOS DE DOM TOMÁS BALDUINO

A partir do dia 31 de desembro, serão, sem dúvida, 90 dedicados à vida do povo, dos mais empobrecidos especialmente. Do indígenas e camponeses, de forma privilegiada.

Foi e continua sendo um privilégio e uma graça conviver com Dom Tomás. E é muito estimulante vê-lo em plena forma, animado, animando a continuidade da luta pela justiça como fidelidade ao seguimento de Jesus de Nazaré no Brasíl e no mundo.

É sobre estas dimensões da missão de Dom Tomás que está construído coletivamente o livro SOLIDÁRIO MESTRE DA VIDA, publicado pelas Paulinas, e que tive a alegria de organizar. Artigos de gente boa, como Dom Pedro Casaldaliga, Frei Betto, Carlos Brandão, Paulo Suess, Nancy Cardoso Pereira, Nadir Rodrigues da Silva e outras e outros, são um convite à leitura. E, com isso, à participação nas celebrações dos 90 anos de solidariedade de Dom Tomás ao povo.

Quem deseja saudar Dom Tomás, pode fazê-lo pelo emeio dombalduino@cultura.com.br

Abraços e boa leitura!



quinta-feira, 18 de outubro de 2012

"CÓDIGO FLORESTAL: O QUE RESTOU?"

Cansado de escrever sobre o golpe parlamentar em favor do agronegócio que o "novo" código florestal significa, estou publicando o texto que escancara a exata realidade do que restou do código que deveria proteger o meio ambiente. Faço minhas as palavras, reflexões, denúncias de Roberto Malvezzi.

E vou repetir - e especialmente depois de ouvir o deputado Ronaldo Caiado avisar que eles, os agronegociadores, tentarão derrubar os vetos da Dilma no Congresso e, se não conseguirem, irão ao Suprema Tribunal Federal exigindo sua anulação - que estamos sendo, no mínimo, covardes ao não exigir um Referendo Nacional, para que a soberania popular decida se aceita ou não as exigências do agronegócio aceitas pela maioria dos deputados e senadores da República. Afinal, eles não ouviram a ninguém, a não ser a eles próprios e aos seus assessores, e criaram um código florestal criminoso de costas para a cidadania. Além disso, levantamentos de opinião pública confirmaram que entre 80 e 90% das pessoas são contra qualquer tipo de lei que coloque em risco o meio ambiente.

Então, o que impede os movimentos e pastorais sociais e as entidades e organizações da sociedade civil comprometidas com as causas populares e com a defesa do meio ambiente de criarem uma mobilização exigindo o Referendo? O que tenho ouvido é que seria algo perigoso, porque os agronegociadores teriam os meios de comunicação a seu favor, e poderiam vencer. Mas, quem disse que os meios de cominicação têm todo esse poder? Se assim fosse, não haveria presidente Lula nem presidente Dilma... Esse medo do poder dos meios de comunicação para não exigir um Referendo não passa da versão à esquerda da visão conservadora em relação à população brasileira: o povo não sabe decidir!

Mesmo gritando sozinho, continuarei nsistindo que o único caminho constitucional para enfrentar e anular esse golpe dos agronegocidores e do congresso nacional é a realização de um Referendo.




Código Florestal: o que restou?
Roberto Malvezzi (Gogó)
O Código Florestal brasileiro nasceu em 1934. Ali está seu nervo central. Mas, já nasceu pela preocupação de tantos naturalistas que, já naquela época, sabiam perfeitamente da interface das florestas com ciclo das águas, inclusive de sua agressividade a terrenos e territórios desprovidos de vegetação, provocando enchentes e erosões. Era também a manifestação do cuidado com as florestas, já em processo de dizimação.
Mas, quando os militares chegaram ao poder, eles fizeram uma nova e profunda modificação no Código (LEI Nº 4.771, DE 15 DE SETEMBRO DE 1965), estabelecendo uma série de referenciais agora derrubados pela Ditadura Ruralista. Foi a lei que demarcou a proteção das matas ciliares, nascentes, encostas, etc.
Essa lei não veio por acaso. Os militares queriam implantar a ferro e fogo o capitalismo no campo, através de grandes empresas, entrando pela Amazônia – depois o Cerrado – e sabiam que alguma proteção aos mananciais e às florestas tinha que ser implementada.
Então, o capital devorou o Cerrado e as franjas da Amazônia. Pior, entrou pelas áreas de proteção que garantem a água e a biodiversidade necessárias à natureza e ao povo brasileiro para plantar cana, soja e pôr as patas do gado. Com o avanço da consciência ambiental veio a cobrança dos crimes ambientais. Então, para não pagar, os ruralistas mudaram a lei.
O que restou dessa batalha? Não muito, se formos olhar em termos efetivos de preservação de nascentes, rios, água de qualidade, biodiversidade para as gerações futuras. O grande pulo do gato foi estabelecer uma nova gradação, particularmente nos rios maiores, onde a necessidade proteção caiu de 500 metros para rios com mais de 600 metros de largura, para apenas 100 metros. Vejam com um exemplo.
O São Francisco tem 2700 km de comprimento. Hoje não tem mais que 5% de matas ciliares. Se fosse para ser recomposto em sua totalidade, com uma extensão de 500 metros em cada margem, seria necessária a recomposição de 2700 km2 de matas ciliares. Com a nova lei cai em 80% essa exigência, ficando a exigência legal de apenas 540 km2.  O problema não é somente a vegetação: ai estão chácaras, mansões, clubes, tudo que faz a vida da burguesia. Aí cada um pode tirar as suas conclusões.
Os tais vetos de Dilma, no apagar das luzes, tem sua importância para os rios menores, também para os pequenos agricultores, mas está longe de sustentar uma visão científica e moderna do que seja riqueza natural e sua importância para um povo. Depois de torturarem o Código, o veto funciona como uma espécie de salmora. Aquele sorriso amarelo de quem levou uma goleada de 10 x 1, mas ficou feliz por fazer um gol de honra ao final do jogo.
Para evitar novamente falsas interpretações, reafirmo que estou fazendo a comparação com o regime militar no que toca ao Código Florestal. Então, repito a frase que causou polêmica no texto anterior “Código Florestal: derrota humilhante”: “nem no Regime Militar sofremos uma derrota tão humilhante”.
 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

PERTO DOS POBRES... PERTO DE DEUS

É com alegria que coloco em suas mãos o documento final do Congresso Continental de Teologia da Libertação. Vejam porque ela continua e é fonte de energia espiritual para todos e todas que amam os empobrecidos da sociedade do desperdício e lutam com eles por sua libertação. A melhor das boas notícias de Jesus de Nazaré é esta: só está com Deus e é amado por Ele quem ama os empobrecidos como seu próximo.




Adital - 15.10.12 - América Latina
Perto de Deus... perto dos pobres – Documento final do Congresso Continental de Teologia


Participaram 750 pessoas entre jovens e adultos, laicas e laicos, religiosas e religiosos, sacerdotes e bispos e irmãs e irmãos de outras denominações cristãs. Provenientes dos diferentes países da América Latina e do Caribe, da América do Norte e da Europa. Temos vivenciado um verdadeiro kairós e mobilizado a comunidade teológica do Continente.

Primeiramente queremos comunicar que saímos fortalecidos em nossa esperança, uma esperança que nos impulsiona a colocar nossa vida a serviço do Reino de Deus. Oramos evocando a caminhada eclesial desde o início do Concílio Vaticano II e dos 40 anos de teologia da libertação. Refletimos criativamente em painéis e oficinas sobre aspectos importantes do povo de Deus e que desafiam a nossa tarefa teológica e pastoral.

Constatamos e assumimos nossas diferenças e diversidades históricas, geográficas, culturais, de processos sociais e eclesiais. Nos enriquecemos com elas, muito especialmente quando lembramos e celebramos o testemunho de martírio de quem nas últimas décadas tem dado amostras extraordinárias de fidelidade ao Deus da vida, dentro de nosso povo, sobretudo entre os pobres.

Recordamos especialmente a figura iluminada e cativante do Papa João XXIII, de quem evocamos o gesto de abrir portas e janelas para que a Igreja católica aprendesse que para ser mãe e mestra necessitava tornar-se filha e discípula. 

Recordamos, também, a Paulo VI que acertou em colocar lucidez e audácia nos trabalhos do Concílio e na caminhada do povo de Deus do imediato pós-concílio. Esta recordação nos transmitiu com emoção e força Mons. José M. Pires de 94 anos; ele foi padre conciliar.

Reafirmamos nossa convicção de que o caminho que iniciamos em Medellín, continuará sendo nosso caminho neste tempo. Tomamos consciência, também, das exigências que supõe o novo contexto cultural, social, político, econômico, ecológico, religioso e eclesial, agora globalizado, depredado e excludente.

Confirmamos que a Teologia da Libertação está viva e continua inspirando as buscas e os compromissos das novas gerações de teólogos. Mas às vezes as brasas se escondem por debaixo das cinzas. Neste sentido, esse congresso se converteu em um sopro que se reacendeu o fogo desta teologia que quer continuar sendo fogo que acende outros fogos na Igreja e na sociedade.

Conscientes de que a "Igreja deve escutar os signos dos tempos e interpretá-los à luz do Evangelho” (GS 4), queremos passar aos tempos dos signos e fazer um processo de construção coletiva que articule nosso pensar, sentir e atuar. Este processo supõe um esforço de escuta atenta de diferentes testemunhos e experiências, convicções e olhares, em uma ação que nos desafia hoje de nossos diferentes contextos e nos leva a apostar por um presente que tenha futuro.

Os tempos mudaram. Isto nos levou a fazer uma pausa e articular nossa teologia latino-americana com realidades e saberes que não estiveram presentes nos trabalhos do Vaticano II, nem nos primeiros momentos da Teologia da Libertação. Para nós são novos clamores que vêm dos migrantes, das mulheres, dos povos originários e afro-descendentes, das novas gerações e de todos os novos rostos de exclusão que emergem desde a invisibilidade.

Estes gemidos são frutos de um sofrimento, que buscamos compartilhar com paixão com os que são privados de uma vida digna, de um "bem viver” (Sumakausai) como Deus quer.

Acreditamos que este Congresso marque o começo de uma nova etapa. Para isso está sendo organizado. Algo novo está brotando e cada vez nos damos mais conta (Is. 43,13). Queremos que esse futuro esteja marcado pela fidelidade, fecundidade, a criatividade e a alegria. Na nossa tarefa teológica deve acertar a assumir os novos desafios em plena sintonia com a Palavra de Deus, sob a ação do Espírito e em profunda comunhão com os pobres que para nós são os preferidos de Jesus. Tem que ser assim já que "todo o que tem a ver com Cristo, tem a ver com os pobres e tudo o que é relacionado com os pobres chama a Jesus Cristo” (DA 393).

Durante o congresso olhamos para adiante e olhamos distantes, até o futuro; nos deixa com sonhos e com vontade de torná-los realidade. Um dos mais importantes é estimular teólogos e teólogas jovens que amparam a herança dos teólogos da primeira geração da Teologia da Libertação. Esta herança transmitiu Gustavo Gutiérrez ao lembrar com emoção aos teólogos jovens que em sua tarefa teológica sejam rigorosos, profundos, próximos das comunidades inseridas no mundo e que deem sua vida pelos pobres. Com sua frase "Perto de Deus, perto dos pobres” evocou a todos os participantes o melhor da teologia latino-americana. Com isso reunimos o melhor deste Congresso.

BOLÍVIA PROMULGA LEI DA MÃE TERRA


Para o Equador, os direitos da Terra estão reconhecidos e garantidos na Constituição. Agora, também a Bolívia reconhece e garante estes direitos por meio de uma Lei. 

O que nos cabe desejar é que estes direitos sejam realmente garantidos, pois só com a Terra em equilíbrio os seres humanos e demais seres vivos terão condição de continuar vivendo.

Por outro lado, desejo que saboreiem a notícia motivados pela seguinte notícia: quando o Brasil assumirá este caminho de direitos da Terra em vista do Bem Viver?
Adital - 15.10.12 - Bolívia
O presidente boliviano, Evo Morales, promulgou hoje a lei da Mãe Terra e do desenvolvimento integral para viver bem, a qual tem como objetivo buscar o desenvolvimento integral em harmonia e equilíbrio com a natureza. Morales ressaltou que se não se preservar a natureza, Mãe Terra, Pachamama, o ambiente ou como for chamada, se não for cuidada, não haverá vida.

A nova legislação garante a continuação de geração dos componentes e sistemas de vida da Mãe Terra, ao passo que recupera e fortalece os saberes locais e conhecimentos ancestrais.

Segundo o mandatário, os bolivianos devem pensar em trabalhar para viver bem, não para ficarem ricos, e sim para ter o que necessitam. Explicou que o debate principal está em como preservar a Mãe Terra, tanto interna como externamente.

Por outro lado, o vice-presidente boliviano Álvaro García Linera argumentou que a nova legislação introduz os conceitos ancestrais de preservar a natureza porque é um ser vivo.

Esta lei introduz a concepção indígena ancestral da natureza como ser vivo, no qual os seres humanos são uma criatura a mais, e não podemos maltratar a natureza porque é mais importante do que nós, por isso tem direito à vida.

O também presidente da Assembleia Legislativa agregou que é uma bonita lei que nasceu das organizações sociais e reflete o modo de pensar e viver das nações primitivas, para converter em lei dos/as bolivianos e bolivianas.

García Linera recordou que atualmente existem interesses capitalistas que supostamente querem defender a natureza, mas, na realidade, o que objetivam é ganhar dinheiro com suas estratégias.

Falou sobre o chamado capitalismo verde e destacou que muitos parques nacionais na Bolívia e na América Latina estão protegidos por empresas que recebem dinheiro para implementar tais políticas. Eles tomaram nossa floresta, é outra forma de colonialismo, e queremos nos tornar guardiões da floresta, destacou.

Ele acrescentou que no Território Indígena e Parque Nacional Isiboro-Secure (Tipnis) aconteceu isso, que grupos ou Organizações Não Governamentais supostamente protetores do ambiente tomam o estado e a quem quer que entre ali, mas, na realidade, o que fazem é ganhar dinheiro, esse é o chamado capitalismo verde, retrucou.

Nossa lei nos diz para viver em equilíbrio e complementaridade com a natureza; vamos cuidar das florestas e da amazônica, mas para nós mesmos, não para os estrangeiros, apontou.

O vice-presidente disse que a nova lei declara o direito a usar os recursos, mas sem esbanjar, que as comunidades satisfaçam suas necessidades básicas sem destruir o meio ambiente. Produção com preservação e planificação integral e participativa, esses são aspectos fundamentais da legislação, agregou García Linera.
A notícia é da Prensa Latina

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

POR QUE TANTOS TRILHÕES DE DÓLARES EM PARAÍSOS FISCAIS?

As notícias que correm no mundo dão conta de que algo entre 30 e 40 trilhões de dólares estão "escondidos" em "paraísos fiscais. Estão lá para fugir de qualquer responsabilidade social, como cobranças de impostos, taxas sobre fortunas etc,, e para passar por processos de lavagem.

Está na cara que essas ilhas ou países fiscais são criaturas dos bancos e dos endinheirados do mundo. Então, por que dizer que as operações que neles são realizados são ilegais? Melhor ainda, como ficam as relações entre as ilegalidades das operações financeiras ilegais nos paraísos fiscais e as operações legais operadas a partir da sua repatriação? Sabe-se que a maior parte dos trilhões manejados nesses paraísos provêm de atividades ilegais, narcotráfico, operações mafiosas, contrabandos e desvios de recursos públicos. Ao retornarem aos bancos, agora com gravata e terno de grife, são contados pelas revistas especializadas como riqueza e renda dos mais ricos do planeta...

Canhecida a origem dessas fortunas, conhecidos os criadores desses paraísos e os pais das transações - os grandes bancos - por que os governos de cada país ou dos países que são sede deles não os colocam nos bancos dos réus, forçando-os a desativar essas máquinas ilegais que legalizam o que é ilegal?! Se a resposta é que esses grandes bancos são transnacionais e, por isso, nenhum país pode julgá-los, então a humanidade está realmente diante do monstro que a tal globalização foi criando no planeta...

Conclusão: ou se combate o cinismo dos estados dominantes do mundo capitalista - e socialista, se esse é o regime da China -, ou a humanidade será sacrificada até a última gota de seu sangue, porque esse monstro, como outros ídolos, só se aplaca com sangue humano. É urgente exigir o fim da tragicomédia que atinge, agora, os países centrais do capitalismo, depois de ter sugado o sangue dos países em desenvolvimento: o casamento criminoso entre os governantes e o capital finaceiro, que concentra mais e mais quanto mais cria e usa as crises, submetendo países, empobrecendo e deixando sem perspactivas de vida as pessoas.


LUTA POR UM MUNDO SEM USO DE PETRÓLEO

"EL YASUNÍ DEPENDE DE TI" - este é o convite para a Campanha de irmãs e irmãos equatorianos contra a exploração de petróleo nesta rica área de biodiversidade amazônica. Exigem uma audotria do que está contecendo e lutam por um mundo que viva sem usar petróleo, um mundo com menos ou sem contaminação da atmosfera pelo dióxido de carbono liberado toda vez que essa fonte fóssil é quimada para produzir energia.

Sugiro que visitem o Sítio www.amazoniaporlavida.org para informar-se sobre o tema e para subscrever o pedido de auditoria.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

CAMPANHA "EU APOIO A CAUSA INDÍGENA"

AMIGAS E AMIGOS,
ASSUMAM E ASSINEM A CARTA DE INICIATIVA DA ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA A DEMOCRACIA EM DEFESA DOS DIREITOS DOS POVOS INDÍGENAS. É MUITO IMPORTANTE E URGENTE. ENTREM NO SITE ABAIXO, VEJAM O TEXTO NA ÍNTEGRA E SUBSCREVAM.
ABRAÇOS
 

ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA A DEMOCRACIA
Rua Maria Paula, 36 - 11º andar - conj. 11-B - tel./ FAX (11) 3105-3611 - tel. (11) 3242-8018
CEP 01319-904 - São Paulo-SP - Brasil www.ajd.org.br -
juizes@ajd.org.br
 
 
Caro(a) assinante da carta "Eu apoio a causa indígena"

Olá!
 
As graves violações contra os povos indígenas continuam e aumentam a cada dia.
 
É preciso  que o Estado faça a sua parte.
 
A Campanha que pede :  (1) Urgência nos julgamentos, (2) Demarcação das terras e (3) é contra a PEC 215, já tem a adesão a sua adesão e de mais 7000 pessoas .
 
Nosso objetivo é chegar a 20 mil assinaturas.
 
Se cada assinante conseguir mais 3 pessoas para apoiarem a causa, chegaremos lá.
 
URGENTE: Pedimos que divulgue a campanha da forma que lhe for possível.

Compartilhe no facebook, divulgue no twitter, coloque em blog, envie e-mails, fale com os seus amigos e familiares. Você pode ver  a lista de assinantes (está em ordem numérica e alfabética) no site,  e pedir para aqueles que não assinaram ainda que o façam.
 


Passe o link da campanha para frente: