quarta-feira, 20 de agosto de 2014

MIAS SANGUE POR CAUSA DA FALTA DE REFORMA AGRÁRIA

É UMA LONGA HISTÓRIA, TESTEMUNHADA ESPECIALMENTE PELOS POVOS INDÍGENAS DESDE 1500 ATÉ OS DIAS ATUAIS. 

REFORMA AGRÁRIA INTEGRAL: A NECESSIDADE DELA FOI UMA DAS MOTIVAÇÕES E ESPERANÇA DOS QUE TRABALHARAM PARA ELEGER GOVERNANTES DE PARTIDOS QUE SE DIZIAM COMPROMETIDOS COM OS DIREITOS E LUTAS POPULARES. MAS ATÉ AGORA, EM 12 ANOS DE GOVERNO, EM VEZ DE AVANÇAR, HOUVE RECUO EM RELAÇÃO A ESTA POLÍTICA PÚBLICA. E COMO ESTA É A FONTE DE CONFLITOS E VIOLÊNCIAS, OS GOVERNANTES QUE PREFEREM ALIANÇA COM A MINORIA QUE CONTROLA CADA VEZ MAIS TERRA SE TORNAM CÚMPLICES E CORRESPONSÁVEIS EM RELAÇÃO AOS ASSASSINATOS DENUNCIADOS NA NOTA QUE SEGUE.

SENHORES GOVERNANTES: É ILUSÃO ANUNCIAR UMA SOCIEDADE BRASILEIRA JUSTA SEM A REALIZAÇÃO DA REFORMA AGRÁRIA.



NOTA DE REPÚDIO E DENÚNCIA

A Comissão Pastoral da Terra, regional Mato Grosso, o Movimento Sem Terra - MST e demais entidades, abaixo assinadas, repudiam e denunciam os 03 assassinatos de lideranças do campo no Estado de Mato Grosso acontecidos todos na mesma semana.

O primeiro assassinato, de dona Maria Lucia, sindicalista, aconteceu no dia 13 de agosto, quarta-feira, no município de União do Sul, Gleba Macaco, Assentamento Nova Conquista II, área reconhecida legalmente como Terras da União. Neste caso, as ameaças foram denunciadas na Ouvidoria Agrária Nacional e foram testemunhadas, inclusive, por oficiais de justiça. O crime foi cometido dentro do assentamento.

Os outros assassinatos aconteceram no dia 16, sábado, no Distrito de Guariba, no Município de Colniza e as vítimas foram Josias Paulino de Castro, presidente da Associação ASPRONU (Associação de Produtores Rurais Nova União), de 54 anos, e sua esposa, Ireni da Silva Castro, 35 anos.

Ainda no início do mês de agosto, aconteceu em Cuiabá uma Audiência com a Ouvidoria Agrária Nacional para tratar, dentre outros assuntos, do conflito de terra em Guariba, na qual participaram o desembargador Gercino José da Silva Filho, o representante da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o Presidente do Intermat, o Comandante da Companhia da PM de Colniza, representantes do Incra, MPF, da Secretaria de Justiça de Estado, entre outras representações.

A reunião está online (http://www.reportermt.com.br/policia//presidente-de-associacao-rural-e-esposa-sao-assassinados-apos-denunciar-pm-e-politicos-de-mt/38244) e demonstra a tensão que o momento representava. Nesta, Josias denunciou aberta e corajosamente a grave situação de conflito agrário que perpetua na região. Dentre as suas denúncias acusa a inoperância e o descaso do Intermat, a grilagem de grandes áreas de terras públicas promovida por fazendeiros inescrupulosos, a expedição de títulos irregulares pelo Estado, extração ilegal de madeira, envolvimento de alguns políticos do Estado e o suposto favorecimento a ilegalidade na região pela Polícia Militar. Neste ponto, é preciso ressaltar que, conforme noticiado pela imprensa, a arma utilizada no crime do casal era de uso restrito, portanto, somente poderia estar sendo utilizada, com a devida autorização, pelos órgãos de segurança do Estado.

Afirmamos que, inequivocadamente, os 03 assassinatos foram execução de lideranças que lutavam pelo direito à terra e, por isso, denunciavam a corrupção e a violência que o povo sofre, com a omissão e conivência do Estado de Mato Grosso e a União, através dos seus órgãos competentes.

Lamentavelmente reafirmamos que estes assassinatos não são fatos casuais num Estado que vem promovendo insistentemente a concentração de terra e a violência programada, para perpetuar o privilégio de uns poucos que detêm o poder político e econômico, em detrimento de uma maioria de trabalhadores e trabalhadoras rurais.

Cabe destacar também que muitas mortes estão sendo anunciadas pelo número de ameaças que vem crescendo exponencialmente nas zonas rurais do Estado. Somente no ano de 2013 foram 27 pessoas ameaçadas no campo, 21 em 2012 e 10 em 2011.
Portanto, com essa estrutura e a impunidade recorrente podemos afirmar que nos encontramos numa situação de barbárie social.

A Maria Lucia, o Josias e a Ireni foram assassinados dias depois de apresentarem a grave situação em que vivenciavam as diversas famílias no campo. As denúncias junto á Ouvidoria Agrária e a respectiva Audiência, além de não resolverem a situação, acirrou ainda mais o conflito, demonstrando a incompetência e o descaso com a vida das pessoas. A luta e a coragem para diminuir as injustiças significou morte. Será que a impunidade também prevalecerá nestes casos?

Exigimos apuração imediata e julgamento dos crimes, assim como a solução dos conflitos nos quais estavam envolvidos os/as assassinados.

Indignados/as nos solidarizamos com as famílias das vítimas e todas as demais que continuam sofridas e esperançosas em tempos novos.

Maria Lucia, Josias e Ireni jamais serão esquecidas/o, porque se tornaram sementes de Vida e de Coragem, regadas pelo sangue inocente derramado injustamente.

Cuiabá-MT, 19 de agosto de 2014.
Assinam:
Centro Burnier Fé e Justiça -  CBFJ
Centro de Direitos Humanos Dom Máximo Biennès
Centro de Direitos Humanos Henrique Trindade – CDHHT
Comissão Pastoral da Terra – CPT MT
Conselho Indigenista Missionário - CIMI
Federação de órgãos pra Assistência Social e Educacional - Programa Mato Grosso - FASE
Fórum de Direitos Humanos e da Terra Mato Grosso - FDHT
Fórum Mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento - FORMAD
Federação de órgãos pra Assistência Social e Educacional - Programa Mato Grosso – FASE
Grupo de Trabalho de Mobilização Social (GTMS-MT)
Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte - GEPEA
Grupo Raízes
Instituto Caracol – IC
Instituto Gaia - IG
Movimento RUA - Juventude Anticapitalista
Movimento dos Trabalhadores Acampados e Assentados - MTA
Movimento 13 de Outubro
Movimento dos Sem Terras - MST
Movimento dos Trabalhadores sem Terra - MTS
Movimento UNITÀRIO do Estado de Mato Grosso – Por Terra, Território e Dignidade!
Rede Mato-grossense de Educação Ambiental – Remtea
Sociedade Fé e Vida

POR QUE EXIGIR O FIM DO PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO?

VEJAM O ARTIGO DE DIRCEU BENINCÁ, DESTACANDO AS RAZÕES PARA QUE ORGANIZAÇÕES SOCIAIS EXIJAM O FIM DO PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO. DE FATO, ALÉM DE AMEAÇADOR, NÃO É NECESSÁRIO. HÁ SOL, VENTOS E BIOMASSA PARA PRODUZIR DE FORMA DESCENTRALIZADA TODA A NOVA ENERGIA QUE O PAÍS NECESSITA, ESPECIALMENTE DEPOIS DE DIMINUIR PELO MENOS 30% DO QUE É CONSUMIDO HOJE ATRAVÉS DE UMA POLÍTICA EFICAZ DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA.

Fórum Social Temático Energia: organizações exigem fim do Programa Nuclear Brasileiro

12/08/2014 | Dirceu Benincá
Durante o Fórum Social Temático (FST) Energia, realizado neste final de semana, dias 7 a 10, na Universidade de Brasília (UnB), representantes de diversas organizações da sociedade civil, movimentos socioambientais e pesquisadores relataram experiências, apresentaram dados e debateram as consequências, perigos e ameaças oriundos da utilização da energia nuclear.
Depois reafirmaram a posição de exigir do Governo a desativação das usinas Angra 1 e 2, além da suspensão da construção de Angra 3. As obras de Angra 3, que iniciaram em 1984 e mais tarde permaneceram interrompidas por duas décadas, foram retomadas em 2010. Conforme a Revista Exame, até agora foram gastos 3,2 bilhões de reais. Seu custo total está orçado em 14,8 bilhões de reais.
O Plano Nacional de Energia prevê até 2030 a instalação de mais 4 usinas nucleares, duas das quais na Região Nordeste e outras duas na Região Sul e Sudeste. Os participantes do FST, no entanto, manifestaram-se contrários a esses projetos e insistiram na necessidade de maior investimento do governo para a geração de energia a partir de fontes mais limpas, como a eólica, solar e biomassa. Além disso, defenderam a democratização na produção da energia e a sua distribuição de maneira justa para todos.
Para Emico Okuno, professora de Física do Instituto de Física da USP, o principal perigo das usinas nucleares se verifica quando ocorre algum acidente. "O acidente nuclear é diferente de qualquer outro. Enquanto outros acontecem e terminam, o efeito do acidente numa usina nuclear se prolonga por muito tempo. O local fica contaminado por até 300 anos e as consequências são devastadoras. Fora isso, a energia nuclear é muito cara e o Brasil não precisa dela para fazer frente às suas demandas", afirma. Okuno explica que doses altas de radiação nuclear causam a morte em pouco tempo e doses baixas provocam efeitos tardios, entre os quais o câncer, que é o mais temido.
"Além dos perigos com a contaminação nuclear, há também o problema dos resíduos. Até hoje não se sabe o que fazer com esse material", informa HeitorScalambrini Costa, professor da Universidade Federal de Pernambuco e membro da Articulação Antinuclear Brasileira. Segundo ele, é comum ouvir que a energia nuclear não gera gás de efeito estufa, mas isso é meia verdade, pois para que uma central nuclear funcione, ela precisa de combustível nuclear e, para obtê-lo, as indústrias emitem gases. Scalambrini alerta ainda para o fato de que a energia nuclear pode desembocar na fabricação da bomba atômica. Conclui dizendo que a energia nuclear não é nem barata, nem limpa e nem segura.
Marcelo de Souza Porto, pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz e membro da Rede Brasileira de Justiça Ambiental, chama atenção para as injustiças ambientais que se verificam nos processos de geração de energia. "A injustiça ambiental é consequência de um modelo de desenvolvimento e de uma lógica político-econômica que faz com que os benefícios e o poder se concentrem nas mãos de poucos e muitas cargas recaiam sobre as populações mais vulneráveis". Significa dizer que os impactos ambientais são distribuídos de modo desigual na sociedade, com os maiores benefícios para os mais abastados e, por outro lado, os maiores riscos, perigos e impactos para os tradicionalmente mais desfavorecidos. Entre eles, estão agricultores familiares, quilombolas, indígenas, trabalhadores em mineração, atingidos por barragens e outros.
A auditora fiscal do Ministério do Trabalho, Fernanda Giannasi, ao acompanhar graves situações geradas pelo manuseio e pelo contato com produtos perigosos, tornou-se uma militante de movimentos sociais que lutam contra o uso do mercúrio, do amianto e do urânio. Ela explica que depois da invenção da bomba atômica, a indústria bélica começou a fazer uso comercial dessa arma. "Os EUA doaram reatores nucleares, inclusive ao Brasil, para serem usados na medicina. Daí adveio o desenvolvimento industrial da energia nuclear para a área médica, para a engenharia, para a prospecção de petróleo, etc". Giannasi afirma ainda que a energia nuclear sempre esteve envolvida num grande segredo. "Discutir energia nuclear não é somente discutir geração núcleo-elétrica, mas a geração de todos os problemas que estão relacionados com essa tecnologia".
Giannasi define a gestão da energia nuclear no país como um desastre. Isso pelo descumprimento de normas de segurança e pela falta de informações adequadas às pessoas que trabalham nesses empreendimentos e à população do entorno. "Não aprendemos nada com os grandes acidentes que tivemos, como o da Pensilvânia (Estados Unidos), de Chernobyl (Ucrânia) e de Fukushima (Japão)".
A auditora Giannasi alerta para o fato de que as usinas nucleares hoje não são mais seguras do que em outras épocas e acrescenta que a vida útil do reator de Angra 1 já venceu. Compreende, assim, que a tecnologia nuclear tem que ser repensada em todo o seu campo de produção e utilização. Segundo ela, para alguns usos da área médica ainda não há substituto, mas no restante pode-se e deve-se substitui-la.
Fonte: Revista Missões - http://www.revistamissoes.org.br/noticias/ler/id/8600

terça-feira, 19 de agosto de 2014

CAMPANHA PELO FIM DO ACORDO NUCLEAR BRASIL E ALEMANHA

CLIQUEM NO ENDEREÇO ABAIXO E ASSINEM A PETIÇÃO AOS GOVERNOS DO BRASIL E DA ALEMANHA EXIGINDO O FIM DO ACORDO NUCLEAR ENTRE OS DOIS PAÍSES. É UM CRIME CONTINUAR CONSTRUINDO USINAS NUCLEARES, DE MODO ESPECIAL PELOS DESASTRES SOCIOAMBIENTAIS E PELO LIXO TÓXICO PRODUZIDO POR ELAS.


E NO BRASIL, O ABSURDO É AINDA MAIOR. AFINAL TEMOS SOL, VENTOS E BIOMASSA PARA PRODUZIR ENERGIA À VONTADE DE FORMA DESCENTRALIZADA. PARA MUDAR A POLÍTICA ENERGÉTICA DO NOSSO PAÍS, ENTRE NO SITE www.energiaparavida.org PARA CONHECER A CAMPANHA ENERGIA PARA A VIDA!, E SUBSCREVA A PETIÇÃO A TODOS OS CANDIDATOS A PRESIDENTE DA REPÚBLICA.
 


 

sábado, 16 de agosto de 2014

A IMPORTÂNCIA DO PLEBISCITO SOBRE A REFORMA POLÍTICA

VALE A PENA APROVEITAR ESSA OPORTUNIDADE PARA DESPERTAR A RESPONSABILIDADE CIDADÃ E O PODER POPULAR.

   Plebiscito à vista!

Por Frei Betto

A maioria da população brasileira (89%) é favorável à reforma política, constatou pesquisa da Fundação Perseu Abramo. Como atingir esse objetivo?
A CNBB convocou uma centena de entidades da sociedade civil para propor o Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Reforma Política.

O projeto inclui a proibição do financiamento de campanha eleitoral por empresas. Hoje, nós votamos e o poder econômico elege! O financiamento deveria ser com recursos públicos e contribuição de pessoa física no limite de R$ 700.

No sistema atual, qualquer candidato pode ser financiado por empresas. Uma vez eleito, passa a defender interesses corporativos, e não da população.

Exemplos de aprovações que favorecem o lucro de empresas são a liberação dos agrotóxicos, a isenção fiscal ao agronegócio, os contratos de empreiteiras em obras públicas e a política de juros altos.
Em política, empresário não faz doação. Faz investimento. Essa promiscuidade entre interesses políticos e negócios privados estimula a corrupção.

Por considerá-la contrário à Constituição, a OAB levou ao STF esta contradição: pessoas jurídicas, que não têm direito a voto, influem mais nas eleições que eleitores ao exercerem seu direito de cidadania. A 2 de abril o STF julgou a ação.

Transcrevo trecho do voto do ministro Marco Aurélio Mello: “Segundo dados oficiais do TSE, nas eleições de 2010, um deputado federal gastou, em média, R$ 1,1 milhão; um senador, R$ 4,5 milhões; e um governador, R$ 23,1 milhões. A campanha presidencial custou mais de R$ 336 milhões. Nas eleições municipais de 2012, segundo recente contabilização do Tribunal, teriam sido gastos incríveis 6 bilhões de reais. E os maiores financiadores são empresas que possuem contratos com órgãos públicos.

O setor líder é o da construção civil, tendo contribuído com R$ 638,5 milhões; seguido da indústria de transformação, com R$ 329,8 milhões; e do comércio, com R$ 311,7 milhões.”
O ministro Gilmar Mendes pediu vistas e suspendeu-se a votação. Porém, o resultado já está definido: seis dos onze ministros já votaram contra o financiamento de campanhas por pessoas jurídicas!

Vitória? Ainda não. Parlamentares querem mudar a Constituição e tornar legal a prática de empresas financiarem campanhas eleitorais.
Daí a importância de participarmos do Plebiscito por uma Constituinte Exclusiva e Soberana na Semana da Pátria.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

CAMPANHA ENERGIA PARA A VIDA



Foi lançada, no Fórum Social Temático que, como falamos na semana passada, foi realizado em Brasília nos dias 7 a 10 agosto, a Campanha ENERGIA PARA A VIDA, em favor de uma nova política energética para o Brasil.

Não se trata de uma decisão do Fórum Social Temático, mas uma iniciativa organizada durante o último ano por um conjunto de entidades que estão ligadas à realidade da energia em nosso país.

Vale a pena destacar o objetivo geral da Campanha:
  • Promover uma nova política para o setor energético no Brasil à altura dos desafios do século 21, baseada em princípios de eficiência econômica, justiça social, respeito à diversidade cultural, participação democrática e sustentabilidade ambiental.
E para alcançar essa mudança, serão perseguidos os seguintes objetivos concretos:
  • Conscientizar e mobilizar os cidadãos e cidadãs para transformar o atual modelo energético brasileiro, aproveitando as enormes oportunidades em áreas como a geração descentralizada de energia solar e eólica e a eficiência energética.
  • Facilitar o intercâmbio de informações e experiências práticas entre comunidades, movimentos sociais, pesquisadores e entidades da sociedade civil, a respeito de estratégias energéticas alternativas e inovadoras.
  • Promover mudanças no marco legal das políticas públicas relacionadas ao setor elétrico, de modo a corrigir desvios e viabilizar o aproveitamento de oportunidades para uma nova política energética, aproveitando os resultados de debates e diálogos entre sociedade civil, órgãos governamentais e setor privado.
Como podem perceber, amigos e amigas, não são objetivos fáceis de serem alcançados. Afinal, a energia é um setor dominado, desde sempre, mas especialmente com a privatização promovida pelo governo FHC, pelas grandes empresas de construção de hidrelétricas e de venda energia. Por isso, a campanha depende da participação de vocês e de outras pessoas que vocês podem convidar. Para conhecer a Campanha e assinar a petição aos candidatos a presidente da república, entrem no site www.energiaparavida.org
 
           [texto de programa de rádio, acessível em www.fclimaticas.org.br